sábado, 16 de maio de 2020

bacharel em ciências borbulhantes
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o super-homem
divide tudo que o tornou super,
se não de nada lhe valia
subir e descer sua mística montanha
noite e dia, dia e noite,
tamanha foi sua fome,
tamanha é sua fome,
que eu homem em crescimento,
há tempos venho a purificar minha água,
a nona e a oitava estrela
marinheiro de versos
que penso serem densos,
bem costurados, alinhavados
na nuca da cabeça branca do sol,
sinto que as palavras que ora recebo,
que oro filtro com os águas-pés das mãos...
velejam nos ancestrais dos gatos
que venceram os que os caçavam
sem o saber que sem eles, os gatos,
se daria a multiplicação dos ratos
e das pulgas dos ratos
veículos da peste negra
eu gato vagativo adulterado
pela mente da lua de damasco,.
meu pai relâmpago presente está
sobre o que é em mim inexato,
inexato vou compondo essa canção
sem fim nem começo,
pois sou bacharel em ciências borbulhantes,
em carnes que são consoantes e vogais
( edu planchêz maçã silattian )

A imagem pode conter: planta e natureza



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